Trouxe então algumas laranjas verdes e ontem decidi fazer este bolinho para o jantar de feriado em família.
O creme ficou com um sabor diferente do creme de laranja habitual, contudo, muito interessante.
Pareceu-me que aprovaram ...
Esta é uma daquelas receitas de família, guardadas há muitos anos numa gaveta e na memória de quem docemente a confecciona. É a receita favorita da avó e de todos aqueles que com a simplicidade de uma fatia sentem o aroma a laranja acabada de ralar por aquele ralador que há muito também faz parte da casa… Uma combinação perfeita que torna este bolo de laranja da Ana Maria uma verdadeira delicia!
Ingredientes:
Raspa e sumo de duas laranjas
2 chávenas de açúcar
2 chávenas de farinha com fermento
5 ovos
margarina para untar a forma
Preparação:
Numa tigela juntar as gemas com o açúcar e bater até obter um creme esbranquiçado. Adicionar aos poucos a farinha, a raspa de laranja e por fim o sumo. Em seguida bater as claras em castelo. Envolver delicadamente na mistura anterior . Untar muito bem a forma com margarina e polvilhar com manteiga. levar ao forno a 180º até se apresentar cozido. Desenformar e polvilhar com açúcar em pó
Devagar, como se tivesse todo o tempo do dia,
descasco a laranja que o sol me pôs pela frente.
É o tempo do silêncio, digo, e ouço as palavras
que saem de dentro dele, e me dizem que
o poema é feito de muitos silêncios,
colados como os gomos da laranja que descasco…
Nuno Júdice
Ingredientes:
1 embalagem de gelatina de laranja ou pêssego
3 laranjas grandes
Preparação:
Cortam-se as laranjas ao meio. Retira-se a polpa com cuidado para um recipiente. Coloca-se a polpa num passador e espreme-se de maneira a passar só o sumo. Faz-se a gelatina de acordo com as instruções da embalagem mas substitui-se a água fria pelo sumo de laranja. Caso não seja suficiente acrescenta-se água até perfazer as quantidades indicadas na embalagem.Deixa-se arrefecer um pouco a gelatina. Limpam-se bem as cascas das laranjas que vão servir de recipiente e deita-se a gelatina com cuidado. Leva-se ao frio até solidificar. Depois cortam-se em gomos ou servem-se nas próprias cascas como se fossem tigelas.