sexta-feira, 29 de setembro de 2017
"Las perlas" de Vigo
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Raia Seca
A tradição da preparação de peixe seco por parte das comunidades piscatórias de muitas localidades do litoral português, advém da necessidade da sua conservação para períodos de escassez, seja pelas condições do mar seja pela própria ocorrência sazonal dessas espécies.
Além de constituírem uma “reserva alimentar” para essas comunidades foram também, numa época em que a refrigeração era inexistente, um recurso de conservação que permitia a comercialização deste pescado para pontos distantes do litoral.
As suas excepcionais características gastronómicas, que elevam algumas especialidades ao patamar “gourmet”.
Tal como acontece com o bacalhau, a secagem e a salga, transmitem aos peixes características muito diversas do seu consumo em fresco, com paladares mais ricos.
Após um período de demolha mais ou menos prolongado (dependendo das espécies) as diferentes especialidades podem ser consumidas grelhadas, cozidas, cruas, guisadas….
A raia seca necessita de cerca de 48 horas com 4 a 5 mudanças de água de preferência, fresca.
Depois basta cortar em tiras, enxugar , passar por farinha de milho e fritar em óleo bem quente.
Esta raia contou com a companhia perfeita de uma favas cozidas e aromatizadas com ervas do quintal do meu pai.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Queijinhos do Céu
500 g de amêndoa em pó
200 g de doce de ovos
2 claras
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Astúrias - O reino dos Queijos
Reza a história que esta imensa variedade de queijos tem origem no reinado cristão da antiga Astúrias onde cada família tinha a sua própria receita de queijo e fazia questão de a guardar como uma espécie de tesouro familiar.
· Queso de El Carballo: Taramundi. Duas variedades com e sem nozes.
· Queso de Oscos: Grandas de Salime.
· Queso de Abredo: Coaña.
· Queso de Xenestoso: Cangas del Narcea. A sua produção é mínima.
· Queso del Valle del Narcea: Salas.
· Queso de Fuente: Proaza.
· Queso de Afuega'l pitu:
· Queso de La Peral: Illas.
· Queso Varé ecológico: Siero. Neste caso, leite de vaca e um dos poucos queijos ecológicos de Asturias. Certificado pelo Conselho Regulador da Agricultura Ecológica Asturiana.
· Queso Ovín: Nava. Existem três variedades: vaca, cabra e ovelha.
· Queso de Urbiés: Mieres. De produção muito escassa.
· Queso Casín: Caso e Sobrescobio.
· Queso de Los Beyos: Ponga y Amieva
· Queso de Caxigón: Cabrales.
· Queso de Canal de Ciercos: Peñamellera Baja. Durante alguns meses do ano elabora-se também este queijo com leite de cabra e ovelha.
· Queso Monje: Peñamellera Baja. Variedad normal e picante (Queso Monje Picón).
· Queso Cueva de Llonín: Peñamellera Alta.
· Queso de Miranda: Alto de La Miranda
· Queso de Los Carriles
· Queso de Injestu
· Queso de Piedra
Queijos de cabra
· Queso Varé: Siero.
· Queso Ovín: Nava.
· Queso de La Peña: San Martín del Rey Aurelio.
· Queso de Collada: Amieva.
· Queso Cuevas del Mar: Llanes.
· Queso de Peña Tú: Llanes.
· Queso de Porrúa: Llanes.
· Queso de La Chivita: Peñamellera Baja.
· Queso de El Boxu: Queijo elaborado em Soto de Cangas de Onís
Queijos de ovelha
· Queso de Jalón: Cangas del Narcea.
· Queso Ovín. Nava.
· Queso de Collada: Amieva.
· Queso Oveyeru: Amieva.
· Queso de Porrúa: Llanes.
Queijos de mistura de leites
· Queso de Madelva: Piloña. Leite de vaca e ovelha.
· Queso de Gamonedo: Cangas de Onís e Onís
· Queso de Cabrales
· Queso de Urriellu: Llanes. Leite de vaca e cabra.
· Queso de Pría: Llanes. Leite de vaca e ovelha.
· Queso de Vidiago: Llanes. Leite de vaca e cabra.
· Queso de Peñamellera: Peñamellera Alta. Elaborado com os três tipos de leites.
· Queso de La Chivita: Peñamellera Baja. Vaca e cabra.
· Queso Rozagás: localidade de Llanes
· Queso de Arangas

quinta-feira, 17 de maio de 2012
“Tortilla de Patata” da Rosa
No passado fim de semana que passei em Madrid tive o prazer de almoçar com duas graciosas amigas que vivem naquela vibrante cidade e cuja amabilidade se materializou num excelente repasto típico espanhol.
À mesa partilhamos um belíssimo queijo manchego curado e semi-curado, o imprescindível “jamon”, salada de azeitonas com pimentos, “tortilha de patata”, cabrito no forno… Um desfilar de sabores genuínos que me encantaram e que viajaram comigo até aos Doces Temperos para vos aguçar o apetite sobre a gastronomia de “nuestros hermanos”…
A tortilla de batata estava deliciosa e fiquei surpresa com a sua simplicidade. Já tinha aprendido a confeccionar tortilla aquando de um curso de cozinha que frequentei em Barcelona. No entanto esta Tortilla da Rosa pareceu-me mais aveludada e menos pesada, porque só leva batata, ovo, azeite, sal e pimenta. Não deixem de experimentar…
Ingredientes:
3 batatas médias
4 ovos
6 colheres (sopa) azeite
2 colheres (sopa) água
Sal e pimenta q.b.
Preparação:
Descasque as batatas e corte-as em rodelas finas. Aqueça o azeite numa frigideira de bordos redondos, anti-aderente, (não muito quente). Disponha as rodelas de batata até cobrir o fundo da frigideira, salpique com sal e pimenta a gosto.
Coloque a água e tape a frigideira. Não deixe fritar as batatas mas sim cozer.
Bata os ovos como para omelete, coloque mais um pouco de sal e pimenta a gosto. Despeje os ovos por cima das batatas, tampe a frigideira e deixe cozinhar em lume brando.
Quando estiver dourada em baixo e cozida por cima, vire-a para um prato raso e coloque novamente na frigideira para dourar do outro lado.


















